domingo, 9 de janeiro de 2011

Só mais um

Eu estou mais uma vez aqui. E assumo que é por não saber o que dizer, porque se soubesse sairia presenteando a todos com a minha voz falando o que eu quisesse, sendo esses presentes desejáveis ou não.
Enquanto isso você está sei lá onde, com sei lá quem, fazendo sei lá o que. Essas coisas me desagradam totalmente. Eu já lhe disse alguma vez que eu não sei o que eu quero? Acho que talvez só uma, mas não foi o suficiente para você perceber o peso que essa dúvida tem pra mim. Nos últimos meses eu aprendi como é difícil lhe fazer acreditar que as coisas que eu digo não são da boca para fora, principalmente as que eu digo uma só vez. 
Eu odeio essa sua liberdade, eu odeio essa sua independência de mim, eu odeio a sua não-necessidade do meu amor, odeio o fato de ter sempre que esperar o pior de você, odeio a forma como você nunca me surpreende, odeio, odeio, odeio. Toda essa inconstância me consome aos poucos; nunca gostei de perder o controle das situações e não é agora que vou aprender a gostar. Eu tento transformar todo esse ódio em amor, mas parece que as poucas vezes que eu consigo você sequer nota...e eu acabo me odiando, muito.
Mas pode ficar tranquilo, o ódio não está sempre presente. Só em horas como agora, quando parece que tudo importa para você, menos eu. Nas horas que você diz que me ama e que precisa de mim pra ficar bem, mesmo eu ainda não sabendo se é verdade ou não, a minha vontade é de que o tempo pare só para eu ficar com você.
E antes que alguém diga alguma coisa a respeito, eu assumo: sou muito egoísta. 

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O fim das cartas marcadas.

No início, nós não éramos mais que dois adversários jogando em condições de igualdade. Eu já tinha lhe dito uma vez que as minhas chances de ganhar eram maiores, mas você nunca deu muita importância para isso e...esteve sempre certo.
Nos encontramos outras milhares de vezes para enfrentar um ao outro. E o prêmio? Éramos exatamente nós. E você sempre ganhava, sempre me ganhava. E assim foram travadas outras tantas batalhas, com juízes diferentes, campos diferentes, mas sempre o mesmo vencedor. Eu fui viciando nesse tipo de jogo, achando que um dia você ia apostar todas as fichas e perder tudo para mim. Até que eu me vi viciada em perder, me perder para você.
Enquanto eu jogava só com você, você enfrentava outras pessoas e acumulava cada vez mais fichas. Comigo, as suas apostas eram cada vez mais altas, mas você nunca apostava tudo. Eu nunca consegui te ganhar.
Era tarde demais, você ganhou tantas partes de mim que eu já nem pensava mais, não conseguia mais enfrentar você nas situações mais simples. 
Um dia eu olhei nos seus olhos e resolvi apostar tudo que me restava, eu sabia que estava certa em fazer isso, ia ganhar você. Cheguei perto de conseguir. Abandonei o campo de batalha no último segundo, desisti de tudo, absolutamente tudo. Levei comigo só uma única ficha, a única que você não tomou posse. E o que você conseguiu com todas as vitórias? Pode ficar, não terá utilidade sem a última parte que faltava você ganhar: meu coração. 
GAME OVER!

sábado, 30 de outubro de 2010

...

Eu sempre fui de criar minhas próprias teorias, de permanecer imparcial e distante de toda e qualquer mudança. Eu sempre acreditei em valores que eu inventei pra parecerem os mais certos. Eu sei que não faz sentido algum criar palavras pra escrever o que você nem vai ler e pra explicar o que você nunca vai entender.
É  que ultimamente eu ando precisando que você me ouça. Eu não espero que você diga algo como réplica, ou que tome uma atitude em relação ao que eu tenho a dizer. Só quero que me ouça, responda às minhas perguntas e saiba que tudo é sincero, mesmo que minhas atitudes digam exatamente o contrário.
Eu lembro de como você debochava de mim quando eu resolvia dizer o que eu estava sentido, você sempre esperou que eu dissesse tudo ao contrário, você nunca concordou comigo, você nunca me entendeu. E aquilo me machucava tanto, mas parece que quando as feridas cicatrizam a gente já não lembra mais como doeu quando elas foram feitas.
Eu lembro de como você me desmontava quando resolvia quebrar todos os argumentos que eu tinha para defender meus falsos princípios. E aquilo doía tanto, mas parece que quando as feridas cicatrizam a gente já não lembra mais como gritou quando alguém cutucou exatamente o centro dela.
E agora eu não estou morrendo de amor, não estou mal por não lhe ter, não sinto sua falta a todo tempo, nem vivo em função do sentimento que eu tenho por você. Eu só quero saber se você está bem, o que você anda fazendo, se os sonhos que dividia comigo ainda existem, se mudou alguma coisa com a minha partida, se você já conseguiu gostar de novo de alguém. Eu só quero um abraço, um sorriso e um olhar no meu olhar. Eu estou com muito medo de esquecer como era tudo isso. Você entende?
Ainda não amadureci o suficiente pra dizer que quero você de volta.
E eu sei que não vai mudar nada pra nenhum de nós dois, mas eu ainda sou completa e confusamente apaixonada por você. 

sábado, 11 de setembro de 2010

Sobre um final, ou o preparo pra um começo

Tanto tempo...E a única razão foi só por não sentir, não saber, não querer, não identificar...
Li uma vez que isso faz parte de um ciclo:


"A preguiça física nos impede de mudar. Mas basta uma faísca entre dois neurônios para que nossa mente nos aponte para outra direção. Das duas uma: ou tu segues as novas coordenadas, que te podem levar por terrenos inóspitos e até mesmo campos minados, ou optas por permanecer no curso antigo, ignorando a intermitente buzina que te avisa: “estás no caminho errado”." (Lucas Silveira)

Estou sem direção agora. Talvez a vontade de abandonar o antigo caminho tenha sido tão grande, que eu o deixei mesmo sem ter um novo rumo em mente. Viver alheio às suas próprias vontades, até mesmo quando essas vontades não existem, pode ser um exímio caminho para a loucura. Eu juro que eu ainda não enlouqueci.
Agora me pego ouvindo músicas a procura de algum verso que traduza tudo que habita meu ser. Uma, duas, três...cinquenta, nenhuma responde o que há em mim. Elas costumavam conversar comigo, agora não mais. Pergunto-me se não fui eu que desaprendi a ouví-las. Assumo que a dor que outrora senti me rendeu um bom consolo; eu sabia onde doía, porque doía, eu sabia que algo eu sentia, era confortante, era melhor que agora. Eu juro que não vou enlouquecer.
Agora me pego relendo cartas, cartões, bilhetes, anotações. Tudo lembranças de um passado, justificativas de um presente, é. Escritos cujas autorias são de pessoas que um dia acharam que eu merecia o registro de uma parcela de carinho; escritos que costumavam, também, conversar comigo. Hoje, o diálogo estabelecido se resume ao significado e junção das palavras. 
Algumas vezes a gente promete amar pra sempre, diz pra um alguém que ele é a única coisa que importa, jura estar sempre ali. MENTIRAS! Sim, hoje, é uma mentira. No exato momento da emissão das promessas talvez consigamos fazer com que se torne uma verdade; e a gente acredita na validade das nossas próprias palavras, e que pode fazer tudo se cumprir. ILUSÃO! Nunca consegui cumprir nada disso, não me lembro de ter prometido, mas o que mais me vem na memória são as palavras de quem me prometeu.
Alguma coisa me tirou do meu antigo rumo, conheço muita gente que chama isso de amor. Eu receio que o que pode me colocar de novo em algum caminho seja exatamente a mesma coisa. Eu escolho permanecer sem estrada, se é que eu tenho o direito de escolher.




sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Um Dia.



Hoje está um dia lindo.

De uma hora para a outra a minha percepção captou esse fenômeno. Foi como se tudo tivesse se despido da antiga face e tomado novas fisionomias. Eu acordei e achei que hoje seria um dia como outro qualquer. Nada fora da rotina, é.
Realmente, não me foi proposta e nem dada a oportunidade de nenhuma atividade que me permitisse sair da rotina. De uma forma inexplicável, o encantamento pelo que geralmente é visto como o mais simples e comum foi-me despertado. A complexidade das pessoas e a busca pela verdade, hoje me despertaram um interesse maior que o habitual. Eu vi os seres humanos de uma forma diferente, só isso.
Deitei no banco do carro e fui olhando para o céu, enquanto a terra girava, enquanto o vento levava as nuvens, enquanto aquele veículo se deslocava. Eu estava com fones nos ouvidos, a música soava como um hino. A combinação daquela melodia com o azul do céu, o branco das nuvens e os movimentos me fez sorrir. Há muito tempo eu não sorria por olhar o céu, ou sentir a luz do sol tocando meus olhos, e eu nunca havia sorrido daquela forma por tal motivo. Eu olhei para o céu e senti a música de uma forma diferente, só isso.
Senti o vento desmanchando a ordem dos meus cabelos e espalhando poeira pela minha pele, e tudo que eu fiz foi desejar que eu sempre quizesse assim, sem me irritar pelo fato do vento provocar tal desordem. Eu enfrentei o vento de uma forma diferente: amando-o, só isso.
Foi como se ficar parada só obeservando e sentindo com o olhar, o olfato e a audição fosse a forma mais sublime de encontrar prazer. Eu não poderia descrever os sentimentos nem as sensações que me causaram tudo isso, essa é a razão de tamanha imprecisão na descrição desse fenômeno.
Hoje eu acordei e vi beleza onde realmente temos que ver beleza, hoje eu me apaixonei pelo que é mais corriqueiro aos nosso olhos. Hoje eu não adormeci para não perder nem um segundo do que um movimento de rotação pode conter dentro de si. Hoje eu sorri pelo fato da vida se chamar vida, essa palavra gostosa de se pronunciar e sentir. Eu vi o mundo com um olhar de quem olha diferente, só isso.

Eu espero que um dia todas as pessoas possam acordar assim: metade sonhadoras, outra metade amantes de tudo que as cerca. Eu desejo que ao menos uma vez as pessoas possam ver a beleza que exige mais que só os olhos para ser vista. 

Hoje está um dia lindo!

domingo, 8 de agosto de 2010

O Desaparecimento do Seu Desacerto Maior

O meu maior temor era você perder o medo de cuspir-me algumas verdades, além das que já escrevia com sua saliva por todo o meu corpo, em cima daquelas cicatrizes que você fazia questão de checar se estavam profundas o suficiente, periodicamente. Eu não sei o que eu fiz com você, nem sei se a culpa foi minha, mas você não hesita em dizer que sim. Aconteceu o que eu temia.
Foi dificil ouvir que eu sou um erro, o erro que você jamais queria ter cometido.
Eu nunca pude cuspir de volta, eu nunca quis. Eu nunca lhe machuquei intencionalmente, mesmo que você não acredite. A única marca que eu fiz questão de deixar foi exatamente no lugar em que você não checava em mim se ainda existia uma cicatriz profunda: no coração. Eu direcionei todos os instrumentos cortantes ao meu alcançe para que essa marca em seu órgão vital nunca mais desapareça. Se as suas dores se encontram em mais algum lugar, é por inabilidade sua. Não sabia mais como me atingir e passou a machucar a si próprio, sem perceber. Incompetente.
Hoje eu perdi a vontade de ouvir você dizendo que me ama e que precisa de mim para ficar bem. Nínguém precisa do maior erro da vida para ser feliz, não quando esse erro é uma pessoa, não quando esse erro sou eu. Vê se tenta me esquecer de verdade dessa vez.
Esse foi o último texto em que a palavra você faz referencia à sua pessoa. Eu não lhe dedicarei mais nada. E como você mesmo disse: adeus!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Infantilidade de Gente Grande

Eu estou prestes a dar um passo, não sei se ele vai dar em um outro caminho, ou simplesmente em um abismo. Era tão bom ser criança: eu chorava porque minha mãe levantava a voz pra mim ou eu caía e me machucava, ficava triste quando acordava tarde demais e perdia os desenhos na tv, tinha raiva quando meu amiguinho pegava meu brinquedo preferido, me preocupava quando tirava 8 em uma prova, brigava quando uma brincadeira não saía do jeito que eu queria. Minha prioridades eram mesmo hilárias, mas super importantes pra mim, que fique bem claro.
A gente sente quando uma coisa está acabando, eu estou sentindo nesse momento. Engraçado, eu não percebi o término da minha infância. Eu comecei a ver que algumas coisas não me importavam mais, e surgiram problemas novos, antes não considerados como tais.  As pessoas começaram  a não me considerar uma criança: eu não podia entrar mais em alguns brinquedos no parque de diversões, não ganhava mais presente de dia das crianças, não chamava mais a professora de tia.  Era tudo novo, eu não queria isso.
Foi aí que eu decidi manter a essência infantil sempre comigo. Mas parece que as pessoas não gostam quando a gente age como se nunca tivesse crescido, isso deve ser coisa de adulto. Eu nunca entendi, sempre quando a gente toma uma atitude que não digna de aprovação, dizem que estamos agindo como criança.
O que é ser criança?
É manter o sorriso no rosto? Ser egoísta ao ponto de manter as coisas que lhe fazem bem perto de você? Zelar por alguma coisa e acreditar que ela tem vida e sentimentos? Correr por aí como se toda a energia do mundo fosse sua? Ser inocente ao ponto de crer na bondade e em sentimentos puros? Encontrar soluções práticas e achar que tudo é complicado demais para se preocupar tanto?
Se for isso, eu sempre ajo como criança. Porque quando a gente é assim, sabe que existe maldade, mas acredita que ela mora bem longe. A gente não se sente incapaz, porque sempre sabemos que um dia alguém vai nos ensinar aquilo que queríamos tanto aprender.
Eu tenho medo, medo de entrar em um mundo desconhecido onde os sentimentos não são prioridades, medo de perceber que a maldade pode morar ao lado da minha casa ou até comigo, medo de sentir que eu sou como a maioria dos adultos, medo dos próximos passos, medo de chorar por alguma coisa que não seja a voz da minha mãe em um tom mais alto ou  um arranhão provocado por uma queda durante uma corrida.
Eu estou prestes a dar um passo, e eu não quero acreditar que ele vai dar em um abismo. Eu tenho medo do que é ser adulto.

sábado, 17 de julho de 2010

Meu Arbítrio

Todo esse tempo só fez tudo melhorar. Aquela necessidade de algo que eu nunca consegui sentir que era meu, acabou. Eu voltei a ser como antes. Se as velhas sensações não me satifaziam, as novas também não tiveram esse poder. Por isso, prefiro permanecer com as antigas, sei lidar melhor com elas.
Vou continuar almejando algo que eu nunca consegui descobrir o que é. Vou permanecer não querendo grandes mudanças, nem a intensidade que a maioria das pessoas esperam. Vou continuar atrás de algo que me permita ser diferente. E talvez ainda sim eu não me sinta bem. Eu não ligo, pelo menos não agora.
Todo mundo tem a necessidade de um grande sentimento, de alguém. Eu também tenho, ou tive, mas é que pra mim o espaço a ser preenchido é bem maior. Eu não consegui o suficiente para acabar com esse vazio, ficou no máximo meio cheio. Sentir-se feliz pela metade nunca foi minha meta, então eu volto a estar vazia. Esperando que uma coisa só possa preencher isso tudo. A espera de uma vida inteira.
Toda essa balela dita por mim, justificativas para algo que você não iria entender. Talvez se eu conseguisse fazer com que se sinta como eu, você poderia entender. Tudo em vão. Essa chuva que não para de cortar minha pele já deixou cicatrizes tão profundas que uma vida inteira com você tantando curá-las não seria suficiente. Vai embora, você não é capaz de entender.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Nossa Infração

Aconteceu, assim, como eu calculei. Está tudo indo bem, eu espero. Eu nunca consegui definir muito bem o que acontece entre a gente, simplesmente acontece.
As vezes me parece que isso pode estar indo longe demais, mas pensando bem, eu nunca soube o que é ir muito longe. Eu sempre tive medo, ainda tenho. Anda devagar comigo, eu demoro para me acostumar com cada centímetro novo desse caminho. Mas eu prometo que se você mantiver este ritmo e não largar a minha mão, eu vou aonde você quiser.
Você nunca soube, mas não é preciso nada além do que essa história está me oferecendo, não da sua parte. Eu cheguei a achar que isso podia ser um jogo, mas em um jogo os participantes jogam em iguais condições. E nesse caso eu sei que tenho mais armas que você, e pretendo mantê-las comigo para no caso de eu precisar. Então, por enquanto a gente não joga, sem brincadeiras.
Eu não quero promessas, não quero frases repletas de sentimentos, não quero ser o seu oxigênio. Eu quero fazer você querer não prometer, abandonar os sentimentos, eu quero ser seu gás carbônico. Tudo sem você perceber, tudo calculado.
Então vem, que nessa nossa história a gente não precisa do amor. Então segura a minha mão, que eu vou aonde você quiser. Sorri pra mim, que eu acreditarei que em você eu já achei tudo que eu poderia encontrar. Então me abraça, que ao invés de me sentir um ser frágil e protegido, eu quero é sentir-me mais forte.
Então vem, que para se amar a gente não precisa do amor. E se amar sem amor não for possível, nós faremos ser.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Sobre um nobre pedido

Eu sei. Sei exatamente em quais pontos eu errei, e ainda continuo errando. Eu sei o quanto eu te fiz mal. Eu sei o quanto as lágrimas que caíram dos teus olhos doeram em cada centímetro do teu rosto, e em cada milímetro do teu coração. Eu também senti essa dor. Eu sei que eu direcionei todas as tuas expectativas a mim, e não correspondi a nenhuma. Eu sei que eu matei toda a esperança que um dia existiu em ti. Desculpe-me.

Eu me peguei mais uma vez sentindo-me culpada, por tudo. Absolutamente tudo, sem enumerações ou citações específicas aqui. Já aprendi que dizer 'eu te amo' é bem mais fácil que pedir desculpas.
A gente vivia num mar de acontecimentos, eu não tinha tempo para parar e pensar. Eu só tinha que nadar. Usei isso como minha maior justificativa durante todo esse tempo, e não pensei. Na realidade, assumir o erro me faria chorar, enlouquecidamente. Então eu nadei. Continuei com aquilo tudo e disse que te amava.
Hoje eu parei, fiz do oxigênio algo dispensável e mergulhei. Sentei no ponto mais profundo de todos os acontecimentos - não sei se exatamente aqueles de antigamente, mas acontecimentos - e resolvi pensar.
A culpa é nossa, a culpa é de todos os envolvidos. O orgulho sempre cega as pessoas, faz com que elas queiram estar certas e acreditem nisso. Hoje eu resolvi me igualar a esse criminoso, para tentar vencê-lo e não permitir que ele cometa o crime de acabar com a minha visão. Percebi onde errei, não sei como concertar sem cometer o mesmo erro. Mas se para ti reconhecer for o suficiente, aqui vai o meu pedido de desculpas.

Não tome uma atitude atrás da outra. Pare de nadar, pense. Questione-se. Ás vezes um pedido pode mudar tudo, em você.